quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Fake



















A foto do perfil era simpática (digite "Nelson Nicolau" no Google Imagens): o prefeito de camiseta azul, óculos de sol e sorriso aberto. No background, uma bacana imagem da nossa estação ferroviária. Na curta "bio", uma declaração de amor à cidade. Nos posts iniciais, a empolgação por inaugurar um novo canal para falar com e ouvir a população.
Pela facilidade com que os falsários agem no mundo virtual, resolvo dar uma checada se o nosso prefeito virou twitteiro mesmo. 
Sonho breve de uma tarde de primavera!
Ana Paula Fortes, assessora de imprensa da Prefeitura, dá a triste notícia: o perfil @nelsonicolau é falso, ou fake como gostam de digitar os twitteiros.
Divulgo a fraude para meus followers e o brincalhão deleta a conta.
Felicidade e tristeza. Feliz por desmascarar o empulhador, mas triste por descobrir que o Nelson, ainda!, não vai twittar com a plebe crepuscular. O "ainda", esperançoso, é por minha conta.
Em tempo: gentleman, como sempre, o prefeito agradeceu este blogueiro de viva-voz pelo restabelecimento da verdade.

http://twitter.com/LauroSanja

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Sou cego, mas não sou surdo


No celular: flashes publicitários em rádios
da região

O sotaque inconfundível e a boa prosa entregam: ele é mineiro, uai!

Há 21 anos, o rebento primogênito do seu Alípio e da dona Antônia nascia na minúscula localidade de Carvalhos que, segundo o São Google, fica perto da turística e nem tão minúscula Caxambu.

Cristiano de Jesus Andrade veio ao mundo com baixa visão, o que lhe permitiu, até os sete anos, ver cores, distinguir formas e semblantes de pessoas.

Sem recursos, numa cidade provinciana, a humilde família de origem rural resignava-se com as parcas explicações dos médicos locais. O “problema na vista”, que é como os pais se referiam à patologia do menino, só foi corretamente diagnosticado muitos anos depois, com Cristiano já maior de idade e morando em Poços de Caldas. Os oftalmologistas apontaram que ele padecia de uma atrofia no nervo ótico.

Aos 12 anos, a pouca claridade virou escuridão total. E com a escuridão, veio o desespero dos familiares e a revolta do garoto Cristiano. Os pais não aceitavam o doloroso carimbo de cego: “Meu filho tem um probleminha na vista, enxerga pouco”.

A imensa aflição pela deficiência irreversível levou os Andrade a procura de curas menos ortodoxas: benzedeiras de vários credos, novenas pra todos os santos, simpatias de todos os tipos, enfim, a busca de um milagre. Nada!

Como a doença começou a se agravar no início de sua idade escolar, e a diminuta cidade não tinha classes destinadas ao ensino especial, até os 14 anos foi alfabetizado pela mãe. Dedicada ao filho e lutadora, dona Antônia fez o que pôde para “mostrar” as primeiras letras ao filho, mas não tinha o preparo adequado para ensinar deficientes visuais.

Ciente das suas limitações e das prementes necessidades escolares de Cristiano, a mãe pediu ajuda e família e amigos se mobilizaram para que Carvalhos recebesse um mestre capacitado no ensino do alfabeto Braille. E conseguiram: a APAE local implantou uma classe para deficientes visuais.

Sedento para sorver os caracteres do novo mundo, Cristiano aprendeu o alfabeto Braille em um mês. A logística do leva-e-traz obrigou os Andrade a engordarem as estatísticas do êxodo rural.

Rápido no gatilho do verbo, o menino assobiou, deu uma erguidinha no chapéu com o indicador e decretou para mãe num tom Giuliano Gemma: “Mãe, leio e escrevo como poucos, Carvalhos ficou pequena demais para mim”.

Sábia, dona Antônia é daquelas que criam os filhos para o mundo. Corajosa, “deportou” o filho para Poços de Caldas, onde ele, com o auxílio da Associação de Assistência aos Deficientes Visuais (AADV), concluiu o ensino básico e o médio. E mais, na AADV aprendeu as técnicas de enfrentar a selva urbana de bengala. Nas aulas de informática, caramba!, descobriu um software que transforma texto em áudio.

Multimídia na cosmopolita Poços, Cristiano também fez aulas de canto para entoar os sucessos sertanejos que embalaram sua infância rural. Com a voz treinada, não maltratava ouvidos alheios ao se aventurar pelos versos de Pena Branca e Xavantinho, Tonico e Tinoco, Mococa e Paraíso...

Da época em Poços, ele permite a divulgação de duas passagens cômicas.

Uma. Ele desce do ônibus no terminal e pede ajuda ao primeiro que “vê” para atravessar a rua. Esta boa alma aquiesce e o conduz até o meio da via quando, estimulada pelo elevado grau etílico, começa a bradar num timbre neopentecostal: “Santa Luzia, devolve a vista do moço!” A movimentada Assis Figueiredo parou esperando a cura milagrosa.

Duas. Outra boa alma, desta vez uma alma de saia e perfume doce, no mesmo auxílio da primeira história, ao chegar do outro lado da rua faz uma proposta um tanto libidinosa. Atônito, ele ainda foi tranqüilizado pela alma lasciva: “Podemos ficar numa boa lá em casa. Meu marido está viajando”. Cristiano jura que não freqüentou o leito da alma fogosa.

Como todo jovem vestibulando, o mineirinho queria o melhor ensino e o custo zero das universidades públicas. Não passou em nenhuma delas. Na de São João Del Rey, lamentou o 38° lugar de 35.

Como Psicologia era o curso desejado, uma amiga deu a dica: “Embarque no Cometa, desça a serra, cruze a fronteira e quando, em plagas paulistas, encontrar um recanto de serras verdejantes e belos crepúsculos, pare, respire o ar da Mantiqueira e procure a UniFAE”.

Procurou e achou. Aprovado no processo seletivo e já entorpecido pelas águas do Jaguari, ele reivindicou e, com justiça, conseguiu uma bolsa integral para cursar a universidade.

Academia garantida, ele carecia de uns trocos para custear pão e teto. Com a ajuda de uma amiga que fornecia a mercadoria, ele passou a mascatear pela Dona Gertrudes e adjacências. Vendia trufas.

Numa destas mascateadas numa loja de roupas, o supervisor, surpreso pela forma altiva e pouco “coitadinha” que ele oferecia seu produto, fez uma proposta de trabalho.

Hoje, morando sozinho em uma quitinete no centro da cidade, Cristiano ganha o sustento com muita competência na rede de lojas Zer0800. Satisfeito e querido pelos colegas, ele trabalha na área de telemarketing e entra ao vivo, por telefone, em diversas rádios da região com flashes publicitários da rede.

Em tempo: o título do texto é um sutil recadinho àqueles que, involuntariamente, elevam a voz em muitos decibéis ao falar com ele.

CLIQUE AQUI, APERTE "PLAY" E OUÇA UM FLASH DO NEO-MACAÚBICO

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Samamba versus SKY - que saga!



Pessoal,

Dica do amigo Renato Dias.

São cinco vídeos antológicos postados no YouTube que mostram a saga de um consumidor tentando cancelar a TV por assinatura SKY. Cancelar e contestar cobranças indevidas.

Retrato fiel da insanidade que é a relação entre empresa e consumidor no Brasil. De lá (2007) pra cá, muita coisa mudou pra melhor, mas ainda se contam em dezenas de milhares os casos de desrespeito ao consumidor no nosso país.

Percam alguns minutos e assistam os cinco emocionantes capítulos da “novela”:

Capítulo 1

http://www.youtube.com/watch?v=s8Ik7PjMXnM

Capítulo 2

http://www.youtube.com/watch?v=0JRAmTuW2x8&feature=related

Capítulo 3

http://www.youtube.com/watch?v=V88ukcFCsok&feature=related

Capítulo 4

http://www.youtube.com/watch?v=CaBfXAEo1ZY&feature=related

Capítulo 5

http://www.youtube.com/watch?v=X1uUsbHmno0&NR=1

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Incoerências



Um amigo envia e-mail para louvar a homenagem que Lula recebeu da Associação Internacional de Radiodifusão pelo trabalho em defesa da liberdade de expressão.

Acho a homenagem justa no terreno doméstico, merecida no nosso quintal, mas Lula subiria muito no conceito da comunidade internacional se condenasse publicamente, em alto e bom som, o menosprezo chavista pela liberdade de expressão. Isso não seria se imiscuir em assuntos internos de outra nação, mas defender os valores democráticos, que são universais. Um dia ele recebe a homenagem, no outro, abraça Hugo Chávez.

Incoerente, pra dizer o mínimo.


segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Quase um mártir


Cliente VIVO em três linhas, uma pós-paga e duas pré, comecei a receber em duas das linhas torpedos originários do número 49909. Observei na conta da linha pós, quatro cobranças de um tal ClubeZero9 no valor de R$ 4,99 cada uma. Minha esposa, que utiliza uma das linhas pré, reclamou que seus créditos estavam sendo vorazmente consumidos sem utilização proporcional. Em contato com a Central de Atendimento (*8486), descobri que os créditos dela foram “devorados” por dez, repito DEZ, cobranças de R$ 4,99 do tal ClubeZero9.

Segundo a VIVO, o tal “parceiro” ClubeZero9 “vende” aquelas babaquices para adolescente desocupado: toques descolados e wallpapers “da hora” para personalizar o celular.

Coloquei o “vende” entre aspas porque nunca nem eu nem ninguém dos meus adquiriu tal serviço. O simples fato de receber o torpedo, independente de fazer ou não o download, já ensejava as abusivas cobranças.

Em visita ao PROCON local, fui informado que o tal ClubeZero9 já era objeto de centenas de queixas. Se centenas reclamaram, imagino mais centenas de milhares que não o fizeram e estão involuntariamente contribuindo para os ganhos espúrios da duplinha perigosa VIVO/ClubeZero9.

Claro, botei a boca no mundo pelos meus direitos e fui ressarcido da picaretagem.

Dois dias se passaram depois do comunicado de ressarcimento, daquele típico pedido protocolar de desculpas e promessas mil de não reincidência, mas, acreditem!!!, quase zero hora do dia 25 e sou literalmente acordado por quatro torpedos do 49909.

Em estado emocional complicado, a raiva quase me levou a atentar contra minha própria integridade. Minha esposa jogou fora o frasco de veneno e evitou que este blogueiro se tornasse o mártir das vítimas da VIVO.

Brincadeiras de lado, sempre envio minhas reclamações de consumo para o canal institucional da empresa e para “A Cidade é Sua”, a eficaz seção de defesa do consumidor do jornal Folha de S. Paulo. Por razões óbvias, os reclames via jornal são respondidos e solucionados mais rapidamente.

Anote aí:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/acidadeesua/

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Flash Back


Praia de Itararé, São Vicente, SP - verão 1979
Dudu, Zé Augusto, Gui e o blogueiro

Trecho da crônica "Infância, memórias e viagens"

"(...)Dos meus primeiros cinco anos de idade emergem fragmentos de memória de viagens ao litoral. Praia de Itararé em São Vicente era o nosso destino.

Lembro-me muito bem do imponente (na época era) Opala verde-oliva do meu pai descendo a serra abarrotado de malas e bugigangas, embalado pela trilha sonora do Rei: "Eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar...", berrava o então cabeludo Roberto Carlos no toca-fitas do potente Opalão.

Era de lei nas férias litorâneas de verão ir ao espetacular Circo Thiany que, sempre em Janeiro, erguia sua lona e deixava maravilhados os veranistas da baixada santista. Também não perdíamos o tradicional show de animais marinhos que acontecia num parque situado na divisa entre Santos e São Vicente. Ouço claramente, até hoje, o adestrador gritando em castelhano ao casal de golfinhos: "Flipper, Caroline, salvando a bonequinha", para delírio da platéia infante que ali estava.

Alguns anos mais tarde, sem meu pai mas com minha avó, nossas viagens ao litoral eram capitaneadas por meu primo, Zé Pedro, que conduzia-nos na superlotada Variant branca da minha mãe. Até hoje não entendo como cabia tanta gente e carga no velho carro. Zé Pedro, minha mãe, minha avó, tia Amanda, eu, meus dois irmãos e Zé Augusto, meu primo de Goiânia, além de toda a sorte de bagagem e quinquilharias do clã Buscapé. O bom astral de Janeiro e a ânsia por areia e água salgada faziam com que relevássemos o desconforto da viagem.

Destes périplos beira-mar não me esqueço do sabor inigualável do strogonoff de camarão da minha vó, dos siris degustados no restaurante Boa Vista e, não sei porque, da música Bandolins de Oswaldo Montenegro. Coisas da memória que a gente não explica(...)"


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Legado





Patrimônio vultoso? Que nada! Esse é o maior legado que deixamos para os rebentos:

Lauro Filho no

"Uma vez meu velho pai me ensinou uma sábia e emocionante lição: hamburgueria que se preze tem que ter ketchup Heinz..."

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Ainda o rescaldo do tiroteio no Senado

O amigo guaçuano Adalberto Falsetti envia texto ao blog sobre a polêmica do post anterior.
Ei-lo:

Crepusculauro,
Concordo em gênero, número e grau com tudo que está escrito. Só que, infelizmente, isso sempre foi assim. O Sarney é o retrato mais representativo do que há de pior na política brasileira. E no entanto sempre foi cultuado pela grande mídia, principalmente a Folha, onde tem uma coluna vitalícia, que ganhou graças aos serviços prestados a ela. Assim como os direitos da Globo no Maranhão, ganhos pelos serviços prestados quando era presidente. Lembre-se que o Sarney não nomeava ministro sem o aval do "jornalista" Roberto Marinho. O mesmo vale para a veja, isto é, e todo o resto da mídia, dita grande mas nanica de dignidade e vergonha, apenas subserviente aos interesses da mais nanica ainda elite brasileira, a mais burra do planeta, representada hoje pelo tucanato, de rica e bela plumagem, mas com um apetite pelo poder maior que o próprio bico. Será que não dá prá perceber que esse repentino surto de moralidade da grande imprensa, tem por trás de si o único interesse de tentar salvar a candidatura tucana à presidência? Que o objetivo maior, após a derrubada do Sarney, é atingir e desmoralizar a Petrobrás, patrimônio nacional, e uma das maiores empresas do mundo (com um enorme prejuízo para o Brasil), para poder privatizá-la, como foi desejo manifesto do FHC, ao querer criar a Petrobrax? 60% das nossas reservas já foram loteadas por ele, em nome de um neo liberalismo irresponsável aliado a uma irrestrita submissão ao Bush. O Brasil mais uma vez vai ter que recomprar, imagine, RECOMPRAR, aquilo que era patrimonio de toda uma nação! E mesmo assim, graças a imensidão de nossas reservas (só o FHC "não sabia"), vai valer a pena a recompra. Mas se prevalecer esse circo da mídia com seus objetivos escusos, não só não recompraremos com distribuiremos os 40% que nos restam. Oposição pura e simples ao PT neste momento não pega bem, pois além do maior índice de aprovação da história da república, o presidente Lula é o político brasileiro mais prestigiado em todo o mundo. Quem vai ter peito de falar mal dele prá imprensa mundial? Seria ridículo! O Brasil foi o país que saiu mais rapidamente da crise. Nossos indicadores sociais melhoram progressivamente. E o que é pior: as oposições ao governo não têm um plano definido, claro, muito menos um projeto que possa prometer superar os resultados que vem sendo obtidos pelo atual. O que lhe restou então? Através da mídia que lhes é subserviente, e travestindo-se de falsos moralismos, combatem tudo aquilo que aceitavam até ontem (ou fechar os olhos não significa aceitar e estimular?). Como em tantas outras ocasiôes, a grande imprensa tupiniquim cumpre o seu humilhante papel de mentora de uma classe, tão dominante quanto putrefata. Não bastasse tudo isso, numa outra vil tentativa de desqualificar o Ministério da Saúde, cultivam irresponsavelmente o pânico na população com uma gripe que sabidamente mata menos que a gripe comum, como já fizeram no ano passado com a febre amarela. Como já afirmou em artigo o prof. dr. Vicente Amato Neto, o pânico é o pior dos agravantes para levar a uma verdadeira epidemia. Pessoas que andaram viajando pelos EUA nas últimas semanas, não viram uma nota sequer, nem nos jornais nem na TV, sobre a tal de gripe. Porque será? Continuemos nossa luta contra a corrupção e pela moralização das instituições públicas, mas não sejamos mais uma vez marionetes de poderosos insaciáveis, que pelo poder, não se importam que o país se dane. Não façamos o que sempre fizeram os nossos incorruptíveis e isentos "jornalistas"da grande (?) imprensa, posando de inocentes depois de conviver e frequentemente usufruir por tantos anos desse meio pútrido. Num ambiente tão contaminado, as famigeradas informações "em off" são obtidas de que maneira? Outra coisa: porque que toda vez que se fala numa nova assembléia nacional constituinte como solução, a imprensa reage imediatamente com berros de "casuísmo inaceitável?" Se todas as reformas indispensáveis ao interesse nacional, ou não saem do papel, ou apenas mantêm ou até aumentam as benesses dos nossos "legisladores", qual é a solução para que o país funcione e o tal de "custo Brasil" caia para níveis civilizados? É a internet, com sua participação verdadeiramente democrática, dando acesso não só à informação em tempo real, mas também à discussão e contestação da veracidade e interpretação das mesmas também em tempo real, ao lado da chamada "pequena imprensa local", que vai possibilitar essa verdadeira revolução nos meios de comunicação, impedindo, ou pelo menos reduzindo bastante o controle e a manipulação das informações. Um abraço

Nota do blogueiro:

Adalberto,

Saudações democráticas...

Concordo no atacado com a maioria dos seus argumentos. Mas não aceito o lulo-petismo blindar Sarney e sua corja, usando figuras no naipe de Collor e Renan Calheiros, em nome de uma suposta governabilidade decorrente de sustentabilidade política no Congresso. Se escorraçar Sarney agora, um dos últimos representantes do coronelismo, significa antecipar a agenda 2010, que assim seja. A Pátria não vai ser salva com a queda do Sarney, mas o simbolismo da queda de um clã como os Sarney significa uma assepsia enorme no cenário político tapuia. Não se faz política do bem blindando facínoras para preservar ineptos e seus prováveis sucessores.

E, repito, se Lula está ao lado de Sarney/Collor/Renan/Wellington Salgado... minha trincheira é antagônica.


segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Bandalheira sem fim

A coisa esquenta no Senado Federal. Retóricas inflamadas!!!!!

De um lado:

Renan Calheiros/Fernando Collor/José Sarney/Wellington Salgado...

X

De outro:

Cristovam Buarque/Pedro Simon/Jarbas Vasconcellos...

Biografias que têm significados claros. E o duro é ouvir gente com história progressista defender o primeiro grupo em nome da “governabilidade”. Se combater a corja do primeiro grupo é combater o governo Lula, que se combata. Se o governo Lula é sustentado politicamente por gente dessa laia, que arque com as conseqüências dos seus apoios.

O processo eleitoral de 2010 não deve ser invocado como salvo-conduto da bandalheira grossa.


domingo, 2 de agosto de 2009

Google Chrome

O post logo abaixo (Rio - points clássicos), se visualizado no Internet Explorer, aparece cheio de "buracos" entre as fotos. Não sou nenhum diagramador "dulcídico", mas não cometeria uma barbaridade estética destas. No Google Chrome, que uso há tempos pela rapidez e estabilidade, a postagem aparece fiel à concepção do blogueiro. No Mozilla Firefox, também há uma pequenina distorção, mas nada perto da aberração visual perpetrada pelo IE. Já falava bem do Chrome. Agora, além de confetear o browser do Google, vou espinafrar a plenos pulmões esse geringonça lenta e instável da monopolista Microsoft. Só não deleto o IE da minha máquina porque alguns sites (bancos, por exemplo) não permitem, ainda, transações via Chrome.